Hoje não vou falar de qualquer assunto relacionado com ornitologia.
A pedido do amigo e criador de canários Miguel Querido trago outro assunto, este de verdadeira importância. Espero que consiga atingir o objectivo.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Companheiros estou de volta.....heheheheheh...
Boas a todos, já faz tempo que não escrevia nada no blog, peço desculpa a todos os seguidores, mas as férias este ano foram relaxantes ao ponto de me ter afastado um pouco de tudo. as aves ficaram entregues a um tio, e bem entregues por sinal, tratou das aves na perfeição. A muda decorreu normalmente e está mesmo a finalizar, já se nota no chão do canaril as penas a diminuirem de dia para dia....
Bem, estou de volta, vou por isso voltar a escrever por aqui com frequencia... A próxima semana, será de férias também, mas só mesmo do trabalho, porque será dedicada quase exclusivamente ás aves. Vou escolher as que ficam por casa, e separar os machos das femeas, para começar a fazer as entregas das encomendas.
Tenho também o propósito de construir uma voadeira, talvez na medida 1.20, 40,40. Depois coloco umas fotos para mostrar o resultado.
Já agora de referir que este ano o destino escolhido foi Palma de Maiorca, mais própriamente a região de Magaluff. Aconselho a todos a visitarem esta magnifica ilha, águas quentes, clima maravilhoso,lindas praias de águas limpidas, bem, só mesmo visitando...
Bem, estou de volta, vou por isso voltar a escrever por aqui com frequencia... A próxima semana, será de férias também, mas só mesmo do trabalho, porque será dedicada quase exclusivamente ás aves. Vou escolher as que ficam por casa, e separar os machos das femeas, para começar a fazer as entregas das encomendas.
Tenho também o propósito de construir uma voadeira, talvez na medida 1.20, 40,40. Depois coloco umas fotos para mostrar o resultado.
Já agora de referir que este ano o destino escolhido foi Palma de Maiorca, mais própriamente a região de Magaluff. Aconselho a todos a visitarem esta magnifica ilha, águas quentes, clima maravilhoso,lindas praias de águas limpidas, bem, só mesmo visitando...
terça-feira, 23 de agosto de 2011
O canário Hoso Japones
Esta raça de canários tem a sua origem no Japão, por volta do ano de 1960, por SELECÇÃO do cruzamento de Sctoch Fancy com Bossu Belga.
Os primeiros desses pássaros apareceram na Europa por volta de 1963, importados com alguns exóticos que vieram do Japão.
Não há dúvida que são miniaturas do antigo GLASGOW DON (SCOTCH FANCY), pois sua forma é bastante semelhante a deste, à excepção do tamanho. Há indícios de que os pássaros escoceses foram introduzidos no Japão no início do século.
Os pássaros passaram por uma evolução lenta até atingirem os padrões actuais.
Em 1974, no Campeonato Mundial em Antibes, foram apresentados alguns pássaros e proposta uma ficha de julgamento, que naquele ano foi aprovada pelo Congresso de Juízes Ornitológicos.
A raça já é antiga no Japão mas seu reconhecimento como raça de porte, de postura de penas lisas, é relativamente recente.
É um pássaro pequeno, muito activo, que possui como todas as raças do seu grupo uma posição de concurso que é tomada por alguns instantes.
Esta raça tem 7 rubricas no julgamento do seu standard, que são:
1 – FORMA – 25 PONTOS
Corpo: fino, de forma cilíndrica.
Não são admitidos frisados.
2 – POSIÇÃO E ACÇÃO – 20 PONTOS
Em forma de meia-lua.
Patas ligeiramente flectidas. Coxas visíveis.
Em movimento.
3 – TAMANHO – 20 PONTOS
Máximo de 11,5cm.
4 – OMBROS E DORSO – 15 PONTOS
Ombros altos, estreitos e bem arredondados, sem concavidades entre eles.
Dorso bem redondo. Corpo formando um arco.
5 – CABEÇA E PESCOÇO – 10 PONTOS
Cabeça: pequena, oval, serpentiforme.
Pescoço: longo e estreito.
6 – CAUDA – 5 PONTOS
Estreita, o mais possível encostada ao poleiro.
No prolongamento da linha curva do dorso.
Ligeiramente bifurcada na extremidade.
7 – CONDIÇÃO – 5 PONTOS
Em boas condições de saúde e limpeza.
Plumagem lisa.
São admitidas todas as cores.
A gaiola de expo é a mod. C (tipo border) com dois poleiros em cima de 12 mm de diâmetro.
Os primeiros desses pássaros apareceram na Europa por volta de 1963, importados com alguns exóticos que vieram do Japão.
Não há dúvida que são miniaturas do antigo GLASGOW DON (SCOTCH FANCY), pois sua forma é bastante semelhante a deste, à excepção do tamanho. Há indícios de que os pássaros escoceses foram introduzidos no Japão no início do século.
Os pássaros passaram por uma evolução lenta até atingirem os padrões actuais.
Em 1974, no Campeonato Mundial em Antibes, foram apresentados alguns pássaros e proposta uma ficha de julgamento, que naquele ano foi aprovada pelo Congresso de Juízes Ornitológicos.
A raça já é antiga no Japão mas seu reconhecimento como raça de porte, de postura de penas lisas, é relativamente recente.
É um pássaro pequeno, muito activo, que possui como todas as raças do seu grupo uma posição de concurso que é tomada por alguns instantes.
Esta raça tem 7 rubricas no julgamento do seu standard, que são:
1 – FORMA – 25 PONTOS
Corpo: fino, de forma cilíndrica.
Não são admitidos frisados.
2 – POSIÇÃO E ACÇÃO – 20 PONTOS
Em forma de meia-lua.
Patas ligeiramente flectidas. Coxas visíveis.
Em movimento.
3 – TAMANHO – 20 PONTOS
Máximo de 11,5cm.
4 – OMBROS E DORSO – 15 PONTOS
Ombros altos, estreitos e bem arredondados, sem concavidades entre eles.
Dorso bem redondo. Corpo formando um arco.
5 – CABEÇA E PESCOÇO – 10 PONTOS
Cabeça: pequena, oval, serpentiforme.
Pescoço: longo e estreito.
6 – CAUDA – 5 PONTOS
Estreita, o mais possível encostada ao poleiro.
No prolongamento da linha curva do dorso.
Ligeiramente bifurcada na extremidade.
7 – CONDIÇÃO – 5 PONTOS
Em boas condições de saúde e limpeza.
Plumagem lisa.
São admitidas todas as cores.
A gaiola de expo é a mod. C (tipo border) com dois poleiros em cima de 12 mm de diâmetro.
sábado, 30 de julho de 2011
História de canário para crianças.
Shué o pequeno canário
Shué era um pequeno canário. Nasceu num ninho feito de raízes, que os pais construíram entre dois ramos de uma árvore. Na quinta em que vivia havia imensa comida. Todas as manhãs a mãe voava pelos campos. Pousava numa árvore, depois noutra, e sempre que parava olhava atentamente procurando alimento para o filhote.
Quando voltava trazia sempre uma pequena minhoca que colocava cuidadosamente no biquito da cria.
Todas as manhãs a mãe de Shué trazia sempre uma pequena minhoca que lhe colocava cuidadosamente no biquito Shué foi crescendo e foi ficando coberto de lindas penas amarelas. O amarelo das penas era tão claro, que reluzia com o Sol durante o dia e reflectia a luz do luar nas noites de Lua cheia. Mas o que mais encantava em Shué era a pureza e o timbre do seu canto.
Do seu bico saiam sons divinais. Nas manhãs de bom tempo todos o vinham ouvir mas ninguém o conseguia imitar. A mãe sorria orgulhosa.
- Shué! Está na hora de aprender a voar, disse-lhe a mãe, numa manhã de Primavera. O coraçãozito de Shué ficou aos pulos.
A árvore onde vivia parecia-lhe mais alta do que o habitual, e … aquela brisa agradável da manhã parecia-lhe agora um vento muito forte.
- Shué respondeu: - mamã pode ser amanhã? A mãe ficou comovida. Bateu as asas para sacudir uma pequena lágrima que lhe escorreu no canto dos olhos e disse: - não tenhas medo Shué. Vais ver que é muito fácil! O pequeno canário não ficou convencido.
Continuava com medo. Mesmo assim aceitou tentar.
Mesmo com medo Shué decidiu tentar o primeiro voo.
Lançou-se da árvore na companhia da mãe. Nos primeiros golpes de asa ainda fraquejou, mas logo recompôs o trajecto do seu voo. A mãe quis parar numa árvore próxima. E explicou: - no princípio tens que fazer voos muito curtos para não caíres; depois aos poucos vais aumentando as distâncias. Nos primeiros dias era a mãe que descia para apanhar comida nos campos de cultivo. Tinha medo que o filhote pudesse ser apanhado por algum gato maldoso.
Até que chegou o momento de Shué apanhar a sua própria comida. Pararam numa árvore mais baixa. A mãe explicou-lhe que do cimo das árvores deveria sempre olhar o horizonte em redor.
Devia sempre verificar que não havia por ali animais predadores.
Falou-lhe do perigo que eram os homens caçadores; como gostavam de apanhar os canários para ouvirem o seu canto. Shué entendeu e prometeu ter muito cuidado. Nos primeiros dias voava acompanhado pela mãe e apanhava a comida que ela lhe apontava.
A mãe tinha medo que o filhote pudesse ser apanhado por algum gato maldoso.
Chegou o dia de Shué voar sozinho. Fazia voos cada vez mais longos. À medida que crescia mostrava maior perícia na forma de voar. Apesar disso por vezes tinha a impressão de ver o mundo a tremer. Tinha de se aproximar mais do que os outros canários para ver os alimentos. Por isso pousava em pequenos arbustos ou mesmo em ervas. Dali era mais fácil ver as pequenas minhocas de que tanto gostava.
Um dia a mãe reparou que os olhitos de Shué tremiam constantemente. – Talvez seja por isso que vês as coisas a tremer.
Shué respondeu: - mas eu agora já não vejo as coisas a tremer, mamã.
– Então talvez seja por isso que a tua visão ao longe é pior.
Tu tens que te aproximar mais que o normal para veres. Tens que ter muito cuidado!
De facto Shué via muito mal. Tão mal que numa manhã de muito Sol, apesar de haver muita luz, ficou preso na rede de um caçador. Colocaram-no numa gaiola pequena. Comida não lhe faltava mas não podia voar. Ficou tão triste que deixou de cantar.
Colocaram Shué numa gaiola pequena.
Passaram-se longos dias e noites intermináveis de grande tristeza. Shué bem se esforçava mas o canto não lhe saía. A sua gaiola tinha sido oferecida a um menino muito simpático. Diogo, assim se chamava o menino, gostava muito de Shué. Passava longas horas a olhá-lo. Fazia-lhe carícias no bico e nas asitas. Muitas vezes
adormecia hipnotizado pelo tremor dos olhos de Shué; depois sonhava que ouvira o pássaro cantar.
Há sonhos que podem mudar uma vida! Diogo sonhou que nesse dia tinha levado o canário para escola e que juntos no caminho tinham composto uma canção de Natal. Nessa manhã tirou Shué da gaiola, pousou-o no ombro e levou-o consigo.
Diogo sonhou que nesse dia tinha levado o canário para escola e que juntos no caminho tinham composto
uma canção de Natal.
Os amigos de Diogo adoraram Shué. – É lindo Diogo, diziam.
– Canta todos os dias? Perguntavam outros.
Perante aquela manifestação de carinho Shué teve uma enorme vontade de cantar.
Esvoaçou para o ombro contrário de Diogo, abanou a cabecita, passou o bico debaixo das asas e começou a cantar. Deixou o canto fluir ao ritmo dos movimentos dos seus olhitos e apurou tanto o seu timbre que toda a escola se juntou para o ouvir.
Quando Shué parou de cantar os meninos aplaudiram.
O canário olhou em volta como se naquele momento estivesse pousado numa árvore. Ao lado de Diogo estava o seu melhor amigo Francisco. Era um menino muito giro. Tinha o cabelo cheio de longos caracóis dourados que reflectiam a luz do Sol. Usava uns óculos redondos que aumentavam o tamanho dos seus olhos. Eram uns olhos azuis, de um azul bonito, que por vezes mudava de tom.
Mas eram uns olhos inquietos que nunca paravam; começaram a tremer quando Francisco era bebé e nunca mais pararam. Os pais tinham explicado ao professor que os olhos de Francisco tremiam e que esse tremor se chamava nistagmo. Aquela alteração podia nalguns casos associar-se a outras doenças. Mas não era o caso de Francisco.
Shué reparou no tremor dos olhos de Francisco. Por isso simpatizou mais com ele. Esvoaçou, pousou num dos caracóis de Francisco e perguntou-lhe: - queres cantar comigo?
Francisco cantou uma canção que tinha ensaiado para a festa de Natal da escola. Os outros meninos cantaram também, e Shué acompanhou-os com a sua música.
O professor ficou à porta a ouvir e logo decidiu que Shué também iria participar na festa de Natal.
Shué também cantou na Festa de Natal da Escola
...fim
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Ácaros da traqueia
Boas a todos, esta é uma das épocas em que mais casos de ácaros da traqueia surgem no canaril. Este problema é bastante fácil de resolver, desde que se trate no inicio.
O ácaro de traqueia encontra-se no meio ambiente, alimentando-se de detritos e poeira, instalando-se oportunamente nas vias respiratórias das aves, podendo atacar a traqueia, sacos aéreos, pulmões e até mesmo ossos pneumáticos. Esses ácaros provocam lesões inflamatórias no trato respiratório, provocando irritação e perda da "voz", e em casos extremos pode ocorrer morte por asfixia devido a alta infestação.
Tratamento
O tratamento de eleição para controlar esses ácaros é o uso da ivermectina, administrada de 15 em 15 dias até sanar o problema.
Ao diagnosticar uma ave parasitada por ácaros, encontra-se um quadro de intensa irritação do trato respiratório (pontinhos pretos) desde a traqueia até os pulmões. Essa irritação provoca dificuldade respiratória, queda no sistema imunológico e uma consequente instalação de patologias, secundárias (Mycoplasma, bactérias, vírus, fungos) que geralmente são a causa das mortes nas aves. Muitas vezes, mesmo matando o ácaro, as cicatrizes das lesões não permitem uma total recuperação da "voz", e em outros casos não se observam sequelas.
Levando-se em conta a grande extensão do sistema respiratório das aves, a cronificação dessas infecções secundárias pode tornar-se um problema de difícil solução por atingir os sacos aéreos que estão distribuídos por todo corpo. É fundamental diagnosticar e tratar essas infecções para evitar a morte do animal.
Esse é o maior erro de todos os criadores, achar que o ácaro é um problema isolado, enquanto ele apenas abre portas para infecções mais sérias. A ivermectina apenas mata o ácaro, enquanto a infecção secundária deve receber a terapia específica.
Prevenção
Qualquer terapia não deixa de ser mais um stress para o animal, de onde devemos concluir que a prevenção continua a ser a melhor via de sucesso na criação. Isto não significa o uso de medicamentos para a prevenção que é praticamente um crime, e sim, cuidados de manejo como alimentação balanceada e contínua (sem mudanças bruscas), ausência de correntes de vento, evitar levantar poeira no canaril (quando se varre) e outras formas de stress conhecidas pelo criador.
Com uma prevenção cuidadosa e a detecção imediata das mais discretas alterações, o fantasma torna-se o que na verdade sempre foi : Nada.
Desde que crio canários que uso o pulmosan para este efeito, de 6 em 6 meses uma gota em cada ave. Raramente me têm aparecido canários com este problema. Outro produto que se pode utilizar quando se detecta o problema é o acariasma da avizoon. Polvilha-se as semente com o pó, de modo a que a ave quando se alimenta, o leve para a cavidade bocal, que depois em conjunção com a saliva irá matar o ácaro alojado na ave. Este método é quanto a mim, mais moroso de tratar o problema. Com o pulmosan é tiro e queda e actua como método preventivo para outro tipo de parasitas…
O ácaro de traqueia encontra-se no meio ambiente, alimentando-se de detritos e poeira, instalando-se oportunamente nas vias respiratórias das aves, podendo atacar a traqueia, sacos aéreos, pulmões e até mesmo ossos pneumáticos. Esses ácaros provocam lesões inflamatórias no trato respiratório, provocando irritação e perda da "voz", e em casos extremos pode ocorrer morte por asfixia devido a alta infestação.
Tratamento
O tratamento de eleição para controlar esses ácaros é o uso da ivermectina, administrada de 15 em 15 dias até sanar o problema.
Ao diagnosticar uma ave parasitada por ácaros, encontra-se um quadro de intensa irritação do trato respiratório (pontinhos pretos) desde a traqueia até os pulmões. Essa irritação provoca dificuldade respiratória, queda no sistema imunológico e uma consequente instalação de patologias, secundárias (Mycoplasma, bactérias, vírus, fungos) que geralmente são a causa das mortes nas aves. Muitas vezes, mesmo matando o ácaro, as cicatrizes das lesões não permitem uma total recuperação da "voz", e em outros casos não se observam sequelas.
Levando-se em conta a grande extensão do sistema respiratório das aves, a cronificação dessas infecções secundárias pode tornar-se um problema de difícil solução por atingir os sacos aéreos que estão distribuídos por todo corpo. É fundamental diagnosticar e tratar essas infecções para evitar a morte do animal.
Esse é o maior erro de todos os criadores, achar que o ácaro é um problema isolado, enquanto ele apenas abre portas para infecções mais sérias. A ivermectina apenas mata o ácaro, enquanto a infecção secundária deve receber a terapia específica.
Prevenção
Qualquer terapia não deixa de ser mais um stress para o animal, de onde devemos concluir que a prevenção continua a ser a melhor via de sucesso na criação. Isto não significa o uso de medicamentos para a prevenção que é praticamente um crime, e sim, cuidados de manejo como alimentação balanceada e contínua (sem mudanças bruscas), ausência de correntes de vento, evitar levantar poeira no canaril (quando se varre) e outras formas de stress conhecidas pelo criador.
Com uma prevenção cuidadosa e a detecção imediata das mais discretas alterações, o fantasma torna-se o que na verdade sempre foi : Nada.
Desde que crio canários que uso o pulmosan para este efeito, de 6 em 6 meses uma gota em cada ave. Raramente me têm aparecido canários com este problema. Outro produto que se pode utilizar quando se detecta o problema é o acariasma da avizoon. Polvilha-se as semente com o pó, de modo a que a ave quando se alimenta, o leve para a cavidade bocal, que depois em conjunção com a saliva irá matar o ácaro alojado na ave. Este método é quanto a mim, mais moroso de tratar o problema. Com o pulmosan é tiro e queda e actua como método preventivo para outro tipo de parasitas…
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Lipocromo amarelo intenso- criação 2011 ainda na muda.
mais uma vez peço desculpa pelas fotos, pois estão um pouco desfocadas, parece que vou ter de pedir ajuda a um proficional, lol... Com um fotografo tão bom na familia e eu com tão pouco jeito para a mesma, lol....
Bem, deixo umas fotos de um lipocromo amarelo intenso (limão), da criação de 2011.
A ave ainda não tem a muda completa.
Bem, deixo umas fotos de um lipocromo amarelo intenso (limão), da criação de 2011.
A ave ainda não tem a muda completa.
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